Drifa reage à conquista de Twenty Fingers nos Zikomo Awards e destaca impacto para a Beira
O rapper moçambicano Drifa, natural da cidade da Beira, concedeu recentemente uma entrevista à Apathany, onde abordou o impacto da conquista de Twenty Fingers, distinguido como Melhor Artista Masculino nos Zikomo Awards.
Na mesma conversa, o artista destacou também o bom momento da sua música “Manual de Sobrevivência para Dirigentes”, que pode ser ouvida e baixada na plataforma Apathany através do link https://apathany.com/track/manual-de-sobrevivencia-para-dirigentes, bem como no YouTube pelo link https://youtu.be/_8qoPqfcRAA?si=4rf4BeL-vyUp0uFa, reforçando a sua presença no panorama do hip-hop nacional.
Durante a entrevista, revelou ainda que os fãs podem esperar por mais novidades este ano, com novos trabalhos a caminho, tanto a solo quanto em participações, estando alguns lançamentos previstos para breve.
Relativamente ao prémio conquistado por , Drifa foi claro ao afirmar que esta distinção vai muito além do mérito individual. Segundo o rapper, trata-se de um marco importante para a música moçambicana, com um significado especial para a cidade da Beira. O reconhecimento internacional de um “filho da casa”, nas suas palavras, reforça o orgulho local e comprova que o talento nacional possui qualidade técnica e comercial para alcançar mercados maiores.
O artista acrescentou ainda que esta conquista acaba por colocar toda a classe artística sob pressão positiva, incentivando outros músicos a trabalharem para atingir feitos semelhantes ou até superiores no futuro.
Questionado sobre uma possível colaboração com , Drifa revelou que, apesar de nunca terem trabalhado juntos, existe abertura para tal. O rapper destacou a sua ligação com , irmão de Twenty Fingers, com quem já soma várias colaborações, considerando que seria uma honra dividir um projecto com o artista premiado.
Sobre a relação entre o hip-hop e a kizomba, Drifa considera que, no geral, o ambiente é positivo, embora ainda existam alguns preconceitos entre os fazedores dos dois géneros. Ainda assim, acredita que essas mentalidades estão a diminuir, reforçando que a maioria dos artistas se vê como colegas, independentemente do estilo musical ou nível de sucesso.
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